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Saiu na Imprensa

Se você viu alguma notícia sobre a Escola de Veterinária, envie um email com as informações completas (data; nome do jornal, revista, rádio, tv, ou site; título da notícia; link e/ou arquivo do conteúdo) para comunica@vet.ufmg.br ou entre em contato com a Assessoria de Comunicação pelo telefone (31) 3409-2017.



Veículo de Comunicação: TV UFMG - 3 de maio de 2017

Joaquim Martins Ferreira Neto estudou na Escola Superior de Veterinária na década de 1940. O curso estava sediado na Gameleira, onde atualmente está instalado o Parque de Exposições. Quando a Unidade foi incorporada pela UMG, em 1961, o senhor Joaquim já lecionava na Escola. Como professor, cumpriu diversas funções, entre as quais, a chefia dos Departamentos de Patologia e de Clínica e Cirurgia. Foi diretor da Escola e membro das Comissões de Regimento, Legislação e de Finanças da Faculdade. Dirigiu o Hospital Veterinário e também fez parte da criação do Programa de Pós-graduação. Com presença sempre constante na vida universitária, orientou mais de 30 alunos de mestrado e doutorado. Senhor Joaquim Martins foi editor da revista Arquivo Brasileiro de Veterinária e Zootecnia e publicou mais de 120 artigos científicos.

*Joaquim Martins Ferreira Neto professor aposentado da Escola de Veterinária da UFMG

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Veículo de Comunicação: Patos Agora - 19 de maio de 2017
 
O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, confirmou, ontem à tarde (18), a sua presença para a outorga da Comenda Antônio Secundino de São José. Este ano, 11 personalidades que contribuem para o desenvolvimento da agricultura, pecuária, abastecimento, saneamento e meio ambiente no Estado serão agraciados. A cerimônia de entrega do título, marcada pelo Governo de Minas, será realizada no dia 26 de maio, às 15 horas, no salão do Buffet Decorfest.
 
Entre os agraciados foram indicados pelo conselho da Comenda formado pro representantes do governo estadual, Prefeitura Municipal de Presidente Olegário; Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais; Sindicato Rural de Patos de Minas; Associação dos Produtores de Sementes do Estado de Minas Gerais; Federação da Agricultura do Estado de Minas Gerais (FAEMG); Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais; Escola de Agronomia da Universidade Federal de Viçosa; Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; Escola de Agronomia da Universidade Federal de Lavras; Secretaria de Estado de Agricultura Pecuária e Abastecimento e Prefeitura Municipal de Patos de Minas.
Os futuros novos comendadores serão Edison Soares Fernandes, Pecuarista e Empresário; Geraldo Eleno Silveira Alves, Professor Titular - Escola de Veterinária da UFMG; João Paulo Mello Rodrigues Sarmento, Diretor-geral do Instituto Estadual de Florestas; Marcílio de Sousa Magalhães, Diretor-geral do IMA - Instituto Mineiro de Agropecuária; Marília Carvalho de Melo, Subsecretária de Fiscalização Ambiental - Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; Moacil Alves de Souza, Professor, Pesquisador e Coordenador do Curso de Agronomia da Universidade Federal De Viçosa; Myriam Aparecida Guimarães Leal Alvisi, Auditora Fiscal Federal Agropecuária (Aposentada) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Laboratório Oficial de Análise de Sementes; Natal José Fernandes, Ex-prefeito de Presidente Olegário - Produtor Rural; Ricardo Quadros Laughton, Presidente do Sindicato Rural de Montes Claros; Tamio Sekita, Produtor Rural - Sekita Agronegócios; Valder Steffen Junior, Reitor da Universidade Federal de Uberlândia.
 
Comenda
 
Antônio Secundino de São José, que dá nome à Comenda criada em 1991, nasceu na Fazenda da Onça, que hoje pertence ao município de Presidente Olegário, ele se formou engenheiro agrônomo pela Escola Superior de Agricultura do Estado de Minas Gerais, em Viçosa, se especializou no exterior e, quando retornou, fundou a Agroceres, empresa que há 60 anos se dedica à pesquisa de sementes e ao agronegócio, responsável pela introdução do milho híbrido no Brasil.
 
*Geraldo Eleno Silveira Alves é professor do Departamento de Clínica e Cirurgia Veterinárias da Escola de Veterinária da UFMG

 


Veículo de Comunicação: Globo Rural - 30 de abril de 2017

A AIE compromete o desempenho dos cavalos do Pantanal. Uso incorreto de instrumentos e ferramentas é principal disseminador.

“Antigamente, agulhas e seringas descartáveis eram caras. Então, se usava aquelas de ferro. E se usava mesmo agulha, a mesma seringa, para muitos animais. Então, quando existe esse compartilhamento, se o primeiro animal que recebe o medicamento, por exemplo, tiver um vírus, e aí se usar a mesma agulha pro segundo animal, o sangue que ficou na agulha, que parece uma quantidade muito pequena, tem milhões de partículas virais. E pode infectar todos os outros”, explica a veterinária da Embrapa Márcia Furlan.

Na fazenda da Embrapa Pantanal, que já é uma área livre de anemia, os pesquisadores trabalham para conscientizar os criadores de que é possível barrar o avanço da doença, tomando algumas medidas de manejo. A primeira delas é usar apenas material descartável na hora de tratar.

Outro problema de manejo que contribui para espalhar a doença é o compartilhamento da tralha de montaria. Especialmente das peças que podem causar ferimentos e sangramentos nos animais, como freios, bridões e esporas.

Se a fazenda não tem uma tralha para cada animal, o correto é fazer a desinfecção do equipamento logo após o uso. E não é difícil: basta lavar bem as peças com escova e uma mistura feita com 10 litros de água e 100 ml de detergente. Depois colocar tudo para secar no sol, que é um desinfetante natural. A Embrapa também aconselha trocar esporas afiadas por outro modelo, com pontas grossas e arredondadas que cutucam, mas não ferem os animais.

Se não dá para sacrificar os animais doentes, uma medida essencial é identificar os que têm o vírus e separá-los dos sadios, mantendo entre eles uma boa distância para que o mutuca (mosquito) não leve o vírus de tropa para outra. Evitar o trânsito de cavalos desconhecidos pelas áreas que já estão livres da doença também é fundamental. E também sempre exigir o exame negativo para a anemia na hora de comprar qualquer equídeo.

*Adalgiza de Souza Carneiro Rezende é professora do Departamento de Zootecnia da Escola de Veterinária da UFMG

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Veículo de Comunicação: Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais - 04 de maio de 2017

 

BELO HORIZONTE (04/05/2017) – Projeto de pesquisa vem estudando a influência da maturação sobre a qualidade do Queijo Minas Artesanal da região da Serra do Salitre e procura estabelecer o tempo adequado de maturação inferior ao período de 60 dias estabelecido pela legislação federal, sem comprometer a qualidade sanitária do alimento e preservando o sabor e a textura característicos. A legislação federal, entretanto, prevê a redução deste período desde que a eficiência e segurança sejam comprovadas por estudos técnico-científicos. 

Financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), o projeto vem sendo desenvolvido por pesquisadores da Escola de Veterinária da UFMG e conta com o apoio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), da Emater-MG e do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).

Patrimônio cultural imaterial dos mineiros, o Queijo Minas Artesanal tem como principal característica o uso do leite cru (não pasteurizado) na sua fabricação, por isso o tempo de maturação tem importância fundamental. “O processo de maturação reduz a umidade do queijo, aumenta a acidez e a concentração de sais, reduzindo o risco da presença de patógenos”, explica o médico veterinário, aluno do mestrado e um dos responsáveis pela pesquisa, Ranier Chaves Figueiredo. Segundo o pesquisador, o estudo atende a uma demanda antiga dos produtores, que tem tradição na comercialização do queijo fresco, com tempo mais reduzido de maturação.
 
Participam da pesquisa seis produtores cadastrados e fiscalizados pelo IMA na região da Serra do Salitre. Ao todo foram coletadas 120 amostras de queijo produzidas nos períodos seco e chuvoso. Para atender a demanda da legislação quanto à determinação do período mínimo inferior ao prazo determinado legalmente, são avaliadas as características microbiológicas e físico-químicas ao longo da maturação, além de análises das bactérias probióticas (benéficas ao organismo). A previsão é de que estes dois estudos estejam concluídos até fevereiro de 2018.
 
O trabalho tem um outro desdobramento, tão importante quanto, que é a identificação de toda a população bacteriana presente no queijo durante a maturação. “Este é um estudo de metodologia avançada conhecida como técnica metagenômica, onde o DNA bacteriano é extraído e enviado à Suíça para a identificação. A conclusão deste estudo, que é uma tese de doutorado, está previsto para 2019”, acrescenta o pesquisador da UFMG.

Características regionais
 
Este projeto de pesquisa é específico para determinar o tempo de maturação dos queijos produzidos na região da Serra do Salitre. Como explica o pesquisador, os micro-organismos, especialmente bactérias, presentes no queijo variam entre as regiões produtoras. “Cada região possui suas especificidades e são necessárias pesquisas respeitando suas características regionais”. Além da região do Salitre, Minas Gerais conta com mais seis regiões produtoras (Canastra, Cerrado, Araxá, Serro, Campo das Vertentes e Triângulo). Segundo o Superintendente de Apoio à Agroindústria da Secretaria de Agricultura, Gilson Sales, este trabalho é de grande relevância para que se possa conhecer as características de identidade e qualidade dos Queijos Minas Artesanais. Trabalho de pesquisa semelhante já foi desenvolvido na região de Araxá, que determinou o período de maturação de 14 dias para o queijo da região, mas que ainda aguarda a chancela dos órgãos oficiais de controle para torná-lo oficial.
 
Programa Estadual
 
O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura, Emater-MG e IMA, executa o trabalho de melhoria do Queijo Minas Artesanal entre os pequenos produtores de leite do estado. Atualmente, estão cadastrados 254 produtores em todo o Estado. As ações contemplam a organização dos produtores, padronização de produtos, normatização de processos de produção, embalagens, comercialização e a certificação da origem e qualidade dos queijos. A Secretaria de Agricultura junto com as vinculadas Emater-MG, IMA e Epamig estudam a elaboração de um programa que inclua todos os queijos artesanais de leite cru do Estado.
 
Para se cadastrarem no programa os produtores rurais devem seguir a Portaria 1305 do IMA. Entre os critérios mais importantes a portaria estabelece que produtores e todos os envolvidos no processo de ordenha na propriedade precisam fazer o curso de boas práticas de obtenção do leite. Da mesma forma, no processo de produção do queijo eles deverão se submeter a curso de boas práticas de fabricação. As propriedades onde estão localizadas as queijarias devem fazer a análise do leite da fazenda e controle sanitário do rebanho. O Queijo Minas Artesanal não poderá ser comercializado sem a aprovação da rotulagem pelo IMA. Mais informações podem ser obtidas no endereço: www.ima.mg.gov.br/queijo-minas-artesanal.
 
*Ranier Chaves Figueiredo é pesquisador da Escola de Veterinária da UFMG
 
 

Veículo de Comunicação: Agência Minas Gerais - 05 de maio de 2017
 
Projeto de pesquisa vem estudando a influência da maturação sobre a qualidade do Queijo Minas Artesanal da região da Serra do Salitre e procura estabelecer o tempo adequado de maturação inferior ao período de 60 dias estabelecido pela legislação federal, sem comprometer a qualidade sanitária do alimento e preservando o sabor e a textura característicos.
 
A legislação federal, entretanto, prevê a redução deste período desde que a eficiência e segurança sejam comprovadas por estudos técnico-científicos.
 
Financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), o projeto vem sendo desenvolvido por pesquisadores da Escola de Veterinária da UFMG e conta com o apoio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), da Emater-MG e do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).
 
Patrimônio cultural imaterial dos mineiros, o Queijo Minas Artesanal tem como principal característica o uso do leite cru (não pasteurizado) na sua fabricação. Por isso, o tempo de maturação tem importância fundamental.

“O processo de maturação reduz a umidade do queijo, aumenta a acidez e a concentração de sais, diminuindo o risco da presença de patógenos”, explica o médico veterinário, aluno do mestrado e um dos responsáveis pela pesquisa, Ranier Chaves Figueiredo.
 
Segundo o pesquisador, o estudo atende a uma demanda antiga dos produtores, que têm tradição na comercialização do queijo fresco, com tempo mais reduzido de maturação.
 
Participam do estudo seis produtores cadastrados e fiscalizados pelo IMA na região da Serra do Salitre. Ao todo foram coletadas 120 amostras de queijo produzidas nos períodos seco e chuvoso.
 
Para atender à demanda da legislação quanto à determinação do período mínimo inferior ao prazo determinado legalmente, são avaliadas as características microbiológicas e físico-químicas ao longo da maturação, além de análises das bactérias probióticas (benéficas ao organismo).
 
A previsão é de que estes dois estudos estejam concluídos até fevereiro de 2018.
 
O trabalho tem um outro desdobramento, tão importante quanto, que é a identificação de toda a população bacteriana presente no queijo durante a maturação.
 
“Este é um estudo de metodologia avançada, conhecida como técnica metagenômica, onde o DNA bacteriano é extraído e enviado à Suíça para a identificação. A conclusão deste estudo, que é uma tese de doutorado, está prevista para 2019”, acrescenta o pesquisador da UFMG.
 


 
Características regionais
 
Este projeto de pesquisa é específico para determinar o tempo de maturação dos queijos produzidos na região da Serra do Salitre. Como explica o pesquisador, os micro-organismos, especialmente bactérias, presentes no queijo variam entre as regiões produtoras.
 
Cada região possui suas especificidades e são necessárias pesquisas respeitando suas características regionais. Além da região do Salitre, Minas Gerais conta com mais seis regiões produtoras (Canastra, Cerrado, Araxá, Serro, Campo das Vertentes e Triângulo).
 
Segundo o superintendente de Apoio à Agroindústria da Secretaria de Agricultura, Gilson Sales, este trabalho é de grande relevância para que se possa conhecer as características de identidade e qualidade dos Queijos Minas Artesanais.
 
Trabalho de pesquisa semelhante já foi desenvolvido na região de Araxá, que determinou o período de maturação de 14 dias para o queijo da região, mas que ainda aguarda a chancela dos órgãos oficiais de controle para torná-lo oficial.
 
Programa Estadual
 
O Governo de Minas Gerais, por meio da Seapa, Emater-MG e IMA, executa o trabalho de melhoria do Queijo Minas Artesanal entre os pequenos produtores de leite. Atualmente, estão cadastrados 254 produtores em todo o estado.
 
As ações contemplam a organização dos produtores, padronização, normatização de processos de produção, embalagens, comercialização e a certificação da origem e qualidade dos queijos.
 
A Secretaria de Agricultura, junto com as vinculadas Emater-MG, IMA e Epamig, estuda a elaboração de um programa que inclua todos os queijos artesanais de leite cru do estado.
 
Para se cadastrarem no programa os produtores rurais devem seguir a Portaria 1305 do IMA. Entre os critérios mais importantes, a portaria estabelece que produtores e todos os envolvidos no processo de ordenha na propriedade precisam fazer o curso de boas práticas de obtenção do leite.
 
Da mesma forma, no processo de produção do queijo eles deverão se submeter a curso de boas práticas de fabricação.
 
As propriedades onde estão localizadas as queijarias devem fazer a análise do leite da fazenda e controle sanitário do rebanho. O Queijo Minas Artesanal não poderá ser comercializado sem a aprovação da rotulagem pelo IMA. Mais informações podem ser obtidas no endereço: www.ima.mg.gov.br/queijo-minas-artesanal.
 

*Ranier Chaves Figueiredo é pesquisador da Escola de Veterinária da UFMG
 

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