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Saiu na Imprensa


Veículo de Comunicação: Site do Hoje em Dia - 26 de janeiro de 2017
 
 
O prefeito Alexandre Kalil determinou à Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans) a liberação de 200 vagas de estacionamento no entorno do estádio Mineirão. A medida vigorará em dias de jogos no Gigante da Pampulha e já começa a valer neste domingo (29), na partida de estreia do Campeonato Mineiro, entre Vila Nova e Cruzeiro.
 
A BHTrans informou que estão sendo definidos os detalhes técnicos para adequação das vagas que serão disponibilizadas aos torcedores. A ideia é a de que as vagas comecem na portaria da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e também na avenida Carlos Luz e avenida C, no anel externo do Gigante da Pampulha, o que não atrapalharia o acesso aos estacionamentos privados.
 
No ano passado, apenas táxis e vans credenciadas estavam liberados para estacionar na redondeza do estádio. A autarquia se comprometeu a divulgar os detalhes com relação as 200 vagas nesta sexta-feira (27).
 
Estacionamento Mineirão
 
A Minas Arena, responsável pela administração do Mineirão, disponibiliza 2.800 vagas de estacionamento dentro do estádio. O valor médio cobrado pelo serviço é de R$ 30.
 

Veículo de Comunicação: Site do Estado de Minas - 26 de janeiro de 2017
 
Medida foi uma determinação do prefeito Alexandre Kalil e estará disponível para o jogo entre Cruzeiro e Villa Nova, neste domingo, válido pela abertura do Campeonato Mineiro de 2017
 
 
O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PHS), determinou à BHTrans que libere vagas de estacionamento no entorno do Mineirão em dias de jogos no estádio, na Região da Pampulha. 
 
Segundo a BHTrans, ainda estão sendo definidos os detalhes técnicos das vagas que estarão disponíveis, mas o modelo vai repetir o teste feito em 2015, quando a empresa que controla o trânsito de BH liberou 200 vagas em volta do estádio.
 
A maioria dos espaços deverá ficar disponível a partir da portaria da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) incluindo áreas da Avenida Carlos Luz e também da Avenida C, sempre no anel externo do Mineirão. 
 
Também há uma previsão de vagas no anel interno, porém, na Avenida Coronel Oscar Paschoal, em frente ao Centro Esportivo Universitário (CEU). 
 
Nos últimos jogos de 2016 no Mineirão não era permitido estacionar no entorno do Mineirão, tanto na pista externa quanto interna. A liberação era apenas para táxis e outros serviços. 
 
Quem quisesse deixar o veículo no estádio, só podia contar com as 2,8 mil vagas internas, administradas pela Minas Arena, que é a concessionária responsável pela gestão do estádio. O custo do estacionamento interno fechou o ano de 2016 com o preço de R$ 30. 
 

Veículo de Comunicação: Site Avicultura Industrial - 20 de janeiro de 2017

Em edição de comemoração dos seus 15 anos, evento vai reunir principais especialistas da avicultura mundial de 21 a 23 de março, em Ribeirão Preto (SP)

Termina no dia 31 de janeiro o último prazo para a realização de inscrição com desconto para o 15o Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos, que acontecerá de 21 a 23 de março de 2017, em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Até o dia 31 deste mês é possível fazer a inscrição, através do site do evento (www.congressodeovos.com.br), pelo valor de R$ 275 para estudantes com comprovante, R$ 440 para professores, pesquisadores e associados da APA e R$ 550 para profissionais. A partir do mês de fevereiro, os valores sobem para R$ 300 para estudantes, R$ 485 para professores, pesquisadores e associados da APA e R$ 605 para profissionais.

O evento, que reúne a elite da avicultura de postura de todo o Brasil e outros países da América Latina, além de especialistas de renome mundial, vai debater as principais tendências do mercado, sanidade, nutrição, genética, manejo e bem-estar animal, além de gestão e comercialização de ovos. O objetivo é promover um debate sobre as mais recentes pesquisas e inovações tecnológicas para a atividade em um encontro entre representantes das áreas acadêmica e produtiva, destaca o diretor Executivo da APA (Associação Paulista de Avicultura), José Roberto Bottura.

“Este evento é um momento onde a academia e a indústria sinalizam as principais tendências em inovações tecnológicas para a postura comercial e a cadeia produtiva sinaliza as demandas de campo a fim de contribuir com o futuro da produção acadêmica”, diz. Outras informações sobre o evento podem ser obtidas no site www.congressodeovos.com.br ou através do telefone (11) 3832.1422.

Programação

A secretaria do evento vai iniciar o atendimento para a realização de inscrições e entrega de material às 10h do dia 21 de março. A programação científica será aberta às 14h com um debate sobre a “Atualização das exigências nutricionais para as poedeiras no Brasil”, com o professor do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Fernando Perazzo Costa. Em seguida, o professor da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo (FZEA – USP, campus de Pirassununga) Lúcio Araújo vai destacar os “Benefícios econômicos e ambientais da utilização de enzimas na alimentação de poedeiras”.

O tema “Redução de perdas econômicas pós-postura por fatores não nutricionais” será abordado pelo professor do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Nelson Carneiro Baião. A partir das 17h haverá apresentação de trabalhos científicos premiados. A palestra magistral do evento será às 17h45 com uma discussão sobre “A política econômica para o Agronegócio e o momento socioeconômico brasileiro”, com o professor de Relações Internacionais da USP, Christian Lohbauer.

No dia 22 de março, a programação será aberta, às 8h, pelo pesquisador do Instituto de Zootecnia (IZ – Nova Odessa) José Evandro de Moraes com a palestra “Visão e situação brasileira de bem-estar animal na produção de ovos comerciais”. O bem-estar animal continua em discussão na palestra seguinte, com uma apresentação sobre “Experiências europeias e tendências no bem estar de poedeiras”, que será ministrada pelo especialista em genética e PhD em Produção Animal e Economia Agrícola pela Universidade Wageningen, na Holanda, Johan Van Arendonk. A partir das 11h15, o professor da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Geórgia, nos Estados Unidos, Guillermo Zavala, vai destacar “Laringotraqueíte: Estratégias de controle”.

As “Perspectivas de exportação de ovos e ovoprodutos” serão apresentadas pelo vice-presidente de aves da ABPA, Ricardo Santin. Na sequência, o coordenador da Plataforma de Inovação Tecnológica do ITAL, Raul Amaral, vai falar sobre o “Impacto da pressão dos consumidores e das mídias sociais sobre a maneira de produzir alimentos”. O professor de zootecnia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Mário Penz vai debater a “Gestão de pessoas na cadeia de produção de ovos”. A programação do dia 22 será encerrada com uma discussão sobre o “Controle de ectoparasitas em granjas de poedeiras”, com o professor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) Luís Francisco Angeli Alves.

No dia 23 haverá apresentação de trabalhos científicos premiados a partir das 8h. Às 8h30 o programa segue com uma apresentação sobre o “Uso racional de antibióticos na produção de ovos”, que será realizada pelo professor da Universidade Federal de Lavras (UFL), Marcos Horácio Rostagno. Em seguida, o professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Luiz Felipe Caron, vai destacar os “Tipos de vacinas e suas características” e o consultor Osler Desouzart vai debater a “Cadeia produtiva de ovos: Por que acreditar?”. A programação cientifica do evento será encerrada pelo médico veterinário especialista em manejo e patologia de aves Paulo César Martins, com um debate sobre “Segurança alimentar no segmento de ovos”.

Apoio

Este evento já tem confirmado o patrocínio das principais empresas do setor, como Adisseo, Agroceres Multimix, Ajinomoto, Alltech, Amicil, Artabas, Big Dutchman, Biocamp, Biovet, De Heus, Desvet, DSM, Elanco, Evonik, Granja Fujikura, Hendrix, H&N Avicultura, ICC Brasil, Kilbra, Lohmann, MCassab, Merial, MSD Saúde Animal, Phileo - Lesaffre Animal Care, Poli-Nutri, Trouw Nutrition, Vaccinar, Wisium e Zoetis.


Serviço:
15º Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos
Data: de 21 a 23 de março
Local: Centro de Convenções de Ribeirão Preto - SP
Informações: (11) 3832.1422.
Site: www.congressodeovos.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa

*Nelson Carneiro Baião é professor aposentado do Departamento de Zootecnia (DZOO) da Escola de Veterinária da UFMG.

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Veículo de Comunicação: Site Boi A Pasto - 20 de janeiro de 2017

A produção pecuária, antes baseada em pastagens nativas, evoluiu, por meio das novas tecnologias, para a aplicação de gramíneas melhoradas


O resultado é o aumento da produtividade de maneira sustentável e sem expandir as fronteiras. Isso contribui para a ampliação da oferta de alimentos, questão cada vez mais importante com o crescimento da população mundial.

O melhoramento genético das gramíneas é um ramo em que há sempre pesquisas e estudos. Os pesquisadores buscam características nessas gramíneas que podem ser melhoradas e que favorecem a pecuária moderna. “Pensando na prática, hoje é muito mais importante a identificação das gramíneas que já estão no mercado para saber usá-las bem, do que o lançamento de novas. É possível observar a má utilização delas no campo, muitas vezes devido a falta de conhecimento do produtor, da cultura de adubação, do manejo correto ou de uma assistência técnica mais específica”, explica o professor Diogo Gonzaga Jayme, do Departamento de Zootecnia.

Gramíneas melhoradas são plantas que passaram por um trabalho de seleção genética a fim de selecionar as que apresentam alguma característica vantajosa para a produção, como maior resistência a pragas e valor nutricional superior.

Essas gramíneas são empregadas no Brasil desde a década de 60 e a grande maioria têm origem africana, devido a ampla diversidade natural do continente. Essas regiões de abundante biodiversidade possuem um extenso “banco genético” de gramíneas nativas, onde os pesquisadores coletam acessos de diferentes cultivares para estudos.

Melhoramento

O melhoramento envolve a seleção, o cruzamento e a identificação da espécie mais adequada para responder a uma pecuária mais moderna e com produtividade maior. Depois desse processo, são realizados vários testes, como de germinação de sementes e de resistência, com o intuito de verificar a eficácia do produto antes de sua comercialização.

“Devemos ficar atentos ao fato de que quando ocorre o lançamento de uma nova gramínea é apenas mais uma opção de escolha, não significa que o novo é melhor do que os outros já existentes. O melhoramento é realizado em torno de alguma característica da planta que vai ser utilizada em um sistema de produção específico, preenchendo certas lacunas que ainda existem na agropecuária”, esclarece o professor.

Os principais benefícios do melhoramento são produtividade maior, valor nutritivo mais alto, e resistência ao clima e a pragas. Contudo, a planta melhorada geneticamente torna-se mais sensível ao ambiente e por causa da maior produção, a extração de nutrientes do solo aumenta, demandando mais cuidado, principalmente, com o aporte de nutrientes.

No país predominam as gramíneas dos gêneros Brachiaria, utilizada principalmente pela produção de matéria seca bem distribuída ao longo do ano; Panicum, excelente produtora e com valor nutritivo mais alto, porém sua criação é mais concentrada nas águas, acarretando, na seca, uma deficiência de forragem ao produtor; e Cynodon, gênero botânico de gramas que cobrem o solo, como as usadas em campos de futebol.

Devido ao clima e ao regime hídrico das estações, o pecuarista emprega espécies variadas de gramíneas melhoradas distribuídas ao longo do ano, para manter constantemente a produção e atender a demanda alimentícia dos animais. “O produtor deve escolher entre as gramíneas que passaram por algum processo de melhoramento, qual se adapta melhor à espécie e à faixa etária da sua criação, visto que algumas não são palatáveis para certos animais. Como por exemplo, a grande maioria das gramas do gênero Brachiaria que apresenta baixa palatabilidade para os equinos”, afirma o professor Diogo.

Inovação e Parceria

“A novidade mais recente no mercado é o capim-paiaguás, uma nova espécie de Brachiaria, desenvolvido pela Embrapa em parceria com outras instituições”, destaca Diogo. De acordo com o site da Embrapa, a gramínea, indicada para pastagens em solos de média fertilidade nos cerrados, mostrou ter elevado potencial de produção animal no período seco, com alto teor de folhas e bom valor nutritivo.

O programa de melhoramento genético do sorgo, da Embrapa Milho e Sorgo, conta com a participação da Escola de Veterinária da UFMG, que avalia e fornece um embasamento para o lançamento do produto no mercado.

Fonte:  Escola de Veterinária da UFMG/ Foto: VET UMFG

*Diogo Gonzaga Jayme é professor do Departamento de Zootecnia (DZOO) da Escola de Veterinária da UFMG.

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Veículo de Comunicação: Site do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Minas Gerais - 17 de janeiro de 2017

CRMV-MG participa da colação de grau da Escola de Veterinária da UFMG

Na última terça-feira (10), o CRMV-MG esteve presente na colação de grau dos formandos do segundo semestre de 2016 do curso de Medicina Veterinária da UFMG, no Auditório Mário Barbosa da EV-UFMG. A cerimônia de colação de grau foi presidida pelo Prof. Renato Lima, diretor da Escola de Veterinária, como representante do reitor da UFMG, prof. Jaime Ramires.

Foram 77 graduandos em Medicina Veterinária pela UFMG. A formanda Juliane Thais da Cruz (foto) recebeu das mãos do presidente do CRMV-MG, prof. Nivaldo da Silva, o “Certificado de Honra ao Mérito” por ter tido a melhor média entre os acadêmicos do curso de Medicina Veterinária da UFMG, 2º semestre de 2016.

Falando aos formandos, prof. Nivaldo da Silva salientou a importância do CRMV-MG participar dos eventos de formatura e de homenagear os melhores alunos, sendo esta homenagem parte da política do Conselho pela Valorização e Respeito Profissional. Na oportunidade deu as boas vindas a todos os novos ingressantes na profissão e enalteceu que os futuros profissionais devem realizar atuação pautada pelo comprometimento, competência e a ética.

A colação do curso de Medicina Veterinária contou com uma mesa de honra composta pelo presidente do CRMV-MG, Nivaldo da Silva; pela coordenadora do Colegiado de Graduação de Medicina Veterinária, professora Cláudia Freire de Andrade Moraes Penna; pelo professor que cedeu nome à turma, professor José Sérgio de Resende; pelo patrono da turma, professor Marcelo Resende de Souza; pelos professores homenageados, Rafael Resende Faleiros e Adriane Pimenta da Costa Val Bicalho; e pela servidora técnico-administrativa homenageada, Cássia Regina Gomes.

O CRMV-MG parabeniza todos os novos ingressantes na profissão!

*Renato de Lima Santos é professor e diretor da Escola de Veterinária da UFMG. Juliane Thais da Cruz é ex-aluna da Escola de Veterinária da UFMG. Cláudia Freire de Andrade Moraes Penna é professora e coordenadora do Colegiado de Graduação da Escola de Veterinária da UFMG. José Sérgio de Resende é professor aposentado da Escola de Veterinária da UFMG. Marcelo Resende de Souza é professor do Departamento de Tecnologia e Inspeção em Produtos de Origem Animal. Rafael Resende Faleiros é professor do Departamento de Clínica e Cirurgia Veterinária. Adriane Pimenta da Costa Val Bicalho é professora do Departamento de Clínica e Cirurgia Veterinária. Cássia Regina Gomes é servidora técnico-administrativa na Escola de Veterinária da UFMG.  

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