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Saiu na Imprensa


Veículo de Comunicação: Veículo de Comunicação: Diário do comércio - 05 de maio de 2017

 

 

Financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), o projeto vem sendo desenvolvido por pesquisadores da Escola de Veterinária da UFMG e conta com o apoio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), da EmaterMG e do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).  

Patrimônio cultural imaterial dos mineiros, o Queijo Minas Artesanal tem como principal característica o uso do leite cru (não pasteurizado) na sua fabricação, por isso o tempo de maturação tem importância fundamental. “O processo de maturação reduz a umidade do queijo, aumenta a acidez e a concentração de sais, reduzindo o risco da presença de patógenos”, explica o médico veterinário, aluno do mestrado e um dos responsáveis pela pesquisa, Ranier Chaves Figueiredo. Segundo o pesquisador, o estudo atende a uma demanda antiga dos produtores, que tem tradição na comercialização do queijo fresco, com tempo mais reduzido de maturação.  

Participam da pesquisa seis produtores cadastrados e fiscalizados pelo IMA na região da Serra do Salitre. Ao todo foram coletadas 120 amostras de queijo produzidas nos períodos seco e chuvoso. Para atender a demanda da legislação quanto à determinação do período mínimo inferior ao prazo determinado legalmente, são avaliadas as características microbiológicas e físicoquímicas ao longo da maturação, além de análises das bactérias probióticas (benéficas ao organismo). A previsão é de que estes dois estudos estejam concluídos até fevereiro de 2018.  

O trabalho tem um outro desdobramento, tão importante quanto, que é a identificação de toda a população bacteriana presente no queijo durante a maturação. “Este é um estudo de metodologia avançada conhecida como técnica metagenômica, onde o DNA bacteriano é extraído e enviado à Suíça para a identificação. A conclusão deste estudo, que é uma tese de doutorado, está previsto para 2019”, acrescenta o pesquisador da UFMG.  

Características regionais  Este projeto de pesquisa é específico para determinar o tempo de maturação dos queijos produzidos na região da Serra do Salitre. Como explica o pesquisador, os microorganismos, especialmente bactérias, presentes no queijo variam entre as regiões produtoras. “Cada região possui suas especificidades e são necessárias pesquisas respeitando suas características regionais”. Além da região do Salitre, Minas Gerais conta com mais seis regiões produtoras (Canastra, Cerrado, Araxá, Serro, Campo das Vertentes e Triângulo). Segundo o Superintendente de Apoio à Agroindústria da Secretaria de Agricultura, Gilson Sales, este trabalho é de grande relevância para que se possa conhecer as características de identidade e qualidade dos Queijos Minas Artesanais.  

Trabalho de pesquisa semelhante já foi desenvolvido na região de Araxá, que determinou o período de maturação de 14 dias para o queijo da região, mas que ainda aguarda a chancela dos órgãos oficiais de controle para torná-lo oficial. 

 *Ranier Chaves Figueiredo é pesquisador da Escola de Veterinária da UFMG

 
                                                                                                                                                                           Visualize matéria/ reportagem 


Veículo de Comunicação: Programa Panorama - TV Assembleia - 12 de abril de 2017

Especialistas falam sobre a qualidade da carne brasileira que foi colocada em cheque após a Operação Carne Fraca da Polícia Federal.

Os entrevistados são o diretor geral do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e o professor  da Escola de Veterinária da UFMG Wagner Luiz Moreira Santos

 

 

*Wagner Luiz Moreira dos Santos é professor do Departamento de Tecnologia e Inspeção em Produtos de Origem Animal (DTIPOA) da Escola de Veterinária da UFMG.


Veículo de Comunicação: Rádio Itatiaia - 21 de março de 2017

O professor Wagner Moreira dos Santos, da Escola de Veterinária da UFMG esclarece as dúvidas a respeito da fiscalização da carne e fala sobre a Operação Carne Fraca da Polícia Federal.

*Wagner Luiz Moreira dos Santos é professor do Departamento de Tecnologia e Inspeção em Produtos de Origem Animal (DTIPOA) da Escola de Veterinária da UFMG.


Veículo de Comunicação: Portal BHAZ - 20 de março de 2017

A internação de três pessoas em Niterói (RJ) com suspeita de Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) – cuja variante é o Mal da Vaca Louca (vDCJ) – tem gerado temor e informações truncadas pelo Brasil nos últimos dias. Os boatos disseminados a partir das internações ganham força justamente pela dificuldade em separar uma DCJ tradicional do Mal da Vaca Louca – cuja diferenciação é, basicamente, a forma como a doença foi contraída.

Apesar de mensagens viralizadas principalmente por WhatsApp afirmarem a morte de até sete pessoas, em Niterói, por Mal da Vaca Louca, o fato confirmado pela prefeitura da cidade fluminense é que três pessoas estão internadas em hospitais particulares com suspeita de DCJ. Uma quarta chegou a ser diagnosticada com a mesma suspeita, mas a hipótese já foi descartada e ela já recebeu alta.

As três pessoas que permanecem sob cuidados médicos, dentro de instituições de saúde, não tiveram o nome, sexo ou mesmo idade divulgados. Dessas três, ao menos duas estão internadas desde 2016 – portanto, já há pelo menos dois meses e meio. A divulgação da idade dos pacientes ajudaria para descartar as informações disseminadas sobre o Mal da Vaca Louca (como será explicado mais à frente), mas a Prefeitura de Niterói alega sigilo médico.

Questionado pelo Bhaz, o Ministério da Agricultura é taxativo: o Brasil jamais registrou um caso de Mal da Vaca Louca. “O Ministério da Agricultura jamais confirmou caso da doença Encefalopatia Espongiforme Bovina, popularmente conhecida como vaca louca, em toda sua história”, informou, por nota.

Mal da Vaca Louca em Niterói pode ser descartado?

Não, mas vamos por partes. A DCJ é uma doença fatal e muito rara – segundo o Ministério da Saúde, acomete de uma a duas pessoas a cada 1 milhão de habitantes. “Tem caráter neurodegenerativo não existindo tratamento e sendo fatal em todos os casos. É causada por uma partícula proteinácea infectante denominada de “PRION”. Assim como outras encefalopatias espongiformes transmissíveis, é caracterizada por uma alteração espongiforme visualizada ao exame microscópico do cérebro”, explica informativo do governo federal.

De 2005 a 2014, o Ministério da Saúde registrou 439 notificações de casos suspeitos de DCJ. Desse total, apenas 38 (8,6%) foram confirmados definitivamente; 15 (3,4 %) foram classificados como uma possível DCJ; 54 (12,3%) se enquadram como DCJ provável; 38 (8,6%) casos foram descartados; e 294 (67%) não possuem dados suficientes para confirmação. Portanto, em dez anos, o Brasil teve média de menos de quatro casos “confirmados definitivamente” por ano.

Como diagnosticar a DCJ?

A complexidade da DCJ e sua variante, a vDCJ, começa já no diagnóstico. Para efeito de ilustração, o exame para confirmar definitivamente a presença da doença não existe no Brasil. “A DCJ esporádica pode ser identificada através da análise do líquor, mas é um tratamento muito recente, disponível em poucos lugares do mundo”, explica ao Bhaz a secretária do Departamento de Neurologia Cognitiva e do Comportamento da Academia Brasileira de Neurologia, Jerusa Smid.

O neurologista Rodrigo Vasconcellos Vilela afirma que, no país, quatro fatores são analisados para a constatação da DCJ. “Demência rapidamente progressiva: se a pessoa apresenta esse quadro evoluindo rapidamente em algumas semanas, deve ser investigado. O segundo fator é distúrbio cerebral ou visual. Também temos o mutismo acinético, quando o paciente começa a perder a fala de forma gradativa. E, por fim, a liberação piramidal, quando a pessoa tem reflexos exacerbados, como espasmos”.

Se uma pessoa apresenta ao menos dois desses quatro sintomas, o caso já deve ser estudado como possível DCJ. E o diagnóstico no Brasil? O neurologista Paulo Caramelli explica. “É preciso primeiramente olhar o histórico familiar, geralmente pedimos também uma ressonância, pulsão lombar, um eletroencefalograma [teste que avalia atividade elétrica do cérebro]. São alguns exames necessários para chegarmos ao diagnóstico correto”, explica o especialista.

E o diagnóstico da Vaca Louca? “A vDCJ pode ser confirmada por biópsia de tonsila palatina [massa de tecido linfoide, localizada em ambos os lados da garganta], feita ainda em vida. Ressonâncias magnéticas também podem ser feitas, pois através de algumas alterações, pode se ter um caminho a seguir”, diz Smid.

Qual diferença de DCJ para Vaca Louca?

Basicamente, a forma como se contrai. Segundo o Ministério da Saúde, “a forma exata de aquisição da DCJ ainda é desconhecida” – 85% dos casos são contraídos de forma esporádica. “Não existe nenhuma relação de transmissibilidade, nem evidência da doença na história familiar do paciente”, diz o informativo do governo federal.

Também pode ser contraída por outras três formas: hereditária, por mutação genética, com 50% de chances de transmissão para os descendentes; a partir de procedimentos cirúrgicos ou uso de instrumentos neuro-cirúrgicos ou eletrodos intracerebrais contaminados; e por ingestão de carne bovina contaminada – forma que ganhou o apelido de Mal da Vaca Louca.

Outras diferenças são em relação ao tempo de vida após a contração da doença e a idade mais usual dos pacientes. A DCJ normalmente atinge pacientes de 60 a 65 anos. Em média, o paciente sobrevive nove meses e a doença é caracterizada por quadro de demência de rápida evolução, associado a mioclonias (movimentos involuntários), ataxia (alteração de coordenação e equilíbrio) e até mesmo alterações visuais”, afirma Jerusa Smid.

Já a vDCJ é contraída por pessoas mais jovens, em uma faixa etária aproximada de 30 anos. “A evolução é um pouco mais lenta, a pessoa sobrevive em média de 12 a 14 meses. Tem como característica inicial alterações psiquiátricas. O exame de ressonância magnética do cérebro tem alterações diferentes nas duas doenças”, completa a especialista.

Vídeo e áudios viralizam

Se, por um lado, não é possível descartar o Mal da Vaca Louca nos três pacientes de Niterói, tampouco podemos afirmar que a enfermidade se trata da vDCJ. Como já citamos neste texto, a maior probabilidade de contração entre as variantes de DCJ é justamente a esporádica (85%), o que em nada tem a ver com ingestão de carne bovina.

No entanto, nos últimos dias, um combo com um vídeo e dois áudios viralizaram pelas redes sociais. As imagens mostram um homem manuseando uma carne bovina com a suposta doença. O autor da gravação mostra algo retirado da carne, com uma textura sebosa e amarelada. A peça está praticamente tomada pela suposta bactéria. Durante a gravação, o homem ainda fala que não costuma retirar esses resíduos da carne antes de vender.

 “Esse vídeo é um grande absurdo. A doença da vaca louca só pode ser diagnosticada através de exames na cabeça do boi. O que foi visto não é a doença, mas também não poderia ter sido enviada para consumo”, diz o presidente da Afrig (Associação de Frigoríficos de Minas Gerais, Espírito Santo e Distrito Federal), Sílvio Silveira. “Uma carne como aquela do vídeo jamais deveria ser vendida. Não sairia do abatedouro em uma situação normal, mas não se trata da Vaca Louca”.

“Para sabermos de fato o que é, devem ser feitos exames microscópicos, não é possível ver o Mal da Vaca Louca a olho nu. Todo um procedimento no cérebro do animal deve ser feito”, completa o veterinário Evandro Machado, do IMA (Instituto Mineiro de Agropecuária).

A professora de doenças virais, da Escola de Veterinária da UFMG, Zélia Inês Lobato, afirma que no Brasil, o risco do Mal da Vaca Louca é insignificante. “Nunca tivemos nenhum caso em território nacional, todas as medidas são tomadas para que a doença jamais chegue até aqui, o risco é desprezível”.

Mas do que se trata aquele amarelo nojento? “Provavelmente foi provocada por uma infecção. Com certeza, não está relacionado ao mal da Vaca Louca, doença que é causada por uma proteína modificada, denominada de príon”, diz Machado.

E como fugir dessa carne de péssima qualidade? Quando for escolher uma carne, é melhor optar pelas que têm o selos de qualidade, SIF (Sistema de Inspeção Federal) ou SIM (Sistema de Inspeção Municipal). Quer dizer que elas já foram devidamente inspecionadas e se encontram livre de perigos”, completa Lobato.

Áudios

Acompanhado desse vídeo um tanto quanto nojento e alarmante, são enviados dois áudios. “Um cliente, cuja esposa é médica, veio comentar comigo que está cortando a carne vermelha porque, segundo ele, já faleceram alguns casos [sic], em Niterói especificamente, sete casos”, diz uma voz masculina em um deles.

O autor ainda conta que a prima da esposa do tal cliente contraiu a doença em novembro e teria sido internada em janeiro deste ano. “Agora acabou de descobrir que tem três meses de vida”, afirma. Por fim, ele diz que o Rio de Janeiro estaria com vários casos e o governo estaria omitindo para não afetar a economia.

No segundo áudio, outra voz masculina afirma que confirmou com pessoas da área de saúde que estamos próximos de uma epidemia. Alega ainda que sete pessoas já teriam morrido em Niterói e que o mal não teria cura. “Ninguém vive mais de seis meses”, diz.

Sobre a veracidade dessas informações, já esclarecemos nesta reportagem. De fato, existem pessoas com suspeita de DCJ internadas em Niterói. Mas nenhuma morreu e muito menos está confirmado o Mal da Vaca Louca.

Confira as notas oficiais na íntegra:

Nota da Prefeitura de Niterói

A Coordenação de Vigilância em Saúde do município de Niterói foi notificada sobre a ocorrência de quatro casos suspeitos da Doença de Creutzfeldt–Jakob (DCJ) na rede privada, três deles em 2016 e um em 2017. Um dos casos já foi descartado. Não houve notificação de óbito. Todos são investigados e monitorados.

A Fundação Municipal de Saúde convocou uma equipe, composta por médico neurologista e pela Coordenação de Vigilância em Saúde e pelo Departamento de Vigilância Sanitária, que está mobilizada no acompanhamento e investigação dos casos. Técnicos estão entrevistando os pacientes e seus familiares para rastrearem possíveis causas para a doença. O município também comunicou a Secretaria de Estado de Saúde, que está trabalhando em conjunto com a Fundação Municipal de Saúde na investigação. Estão sendo seguidos todos os protocolos do Ministério da Saúde.

Não há até o momento evidências da relação desses casos suspeitos com o consumo de carne bovina, portanto não se deve utilizar o termo “Mal da Vaca Louca”.

Doença de Creutzfeldt–Jakob (DCJ) – retirado do site do Ministério da Saúde

A Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) é uma Encefalopatia Espongiforme Transmissível que acomete os humanos, sua incidência é estável e descrita com sendo de 1 a 2 casos novos a cada 1.000.000 de habitantes e é discretamente mais prevalente em mulheres. Tem caráter neurodegenerativo não existindo tratamento e sendo fatal em todos os casos. É causada por uma partícula proteinácea infectante denominada de “PRION”. Assim como outras encefalopatias espongiformes transmissíveis, é caracterizada por uma alteração espongiforme visualizada ao exame microscópico do cérebro. Regularmente é diagnosticada no país, ocorrendo normalmente em pessoas com idade entre 60 e 80 anos, com uma idade média de morte de 67 anos. A partir dos primeiros sintomas da doença, o tempo de vida médio paciente é de um ano. O paciente típico com DCJ desenvolve uma demência progressiva rapidamente associada com sinais neurológicos multifocais, ataxia e mioclonias ficando muda e imóvel na fase terminal.

A forma exata de aquisição da DCJ ainda é desconhecida, podendo ocorrer por quatro mecanismos de transmissão conhecidos:

– Esporádica: Não existe nenhuma relação de transmissibilidade, nem evidência da doença na história familiar do paciente. Essa forma é responsável por aproximadamente 85% dos casos de DCJ.

– Hereditária: Decorrente de uma mutação no gene que codifica a produção da proteína priônica, que tem 50%de probabilidade de ser transmitida aos descendentes.

– Iatrogênica: Surge como consequência de procedimentos cirúrgicos (transplantes de dura-máter e córnea) ou através do uso de instrumentos neuro-cirúrgicos ou eletrodos intracerebrais contaminados.

– Variante da DCJ: A outra forma da doença está associada ao consumo de carne e subprodutos de bovinos contaminados com Encefalite Espongiforme Bovina (Doença da “vaca louca”) e é conhecida como variante da Doença de Creutzfeldt–Jakob (vDCJ). Os primeiros casos surgiram em 1996 no Reino Unido e diferentemente da forma tradicional (DCJ), ela acomete predominantemente pessoas jovens, abaixo dos 30 anos.

Nota do Ministério da Saúde

A doença de Creutzfeldt–Jakob é uma Encefalopatia Espongiforme Transmissível Humana que ataca o sistema nervoso central, sendo de rápida evolução e fatal. Caracteriza-se por uma desordem cerebral com perda de memória e tremores, sendo mais comum a forma esporádica, que inicia entre 55 e 70 anos de idade.

A EEB também é conhecida como “Doença da vaca louca” em bovinos, sendo erroneamente confundida pela população com a forma da nova variante (vDCJ) que acomete o homem. No Brasil, nunca foram confirmados casos da nova variante (vDCJ) , ou seja, que tenham sido causados pela ingestão de carne bovina ou derivados contaminados.

A inexistência de animais com diagnóstico de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) no Brasil confirma a inexistência de casos ou óbitos dessa forma (vDCJ) na população brasileira. Por isso, o Brasil é classificado pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como país de risco insignificante para EBB, a melhor classificação existente.

*Zélia Lobato é professora do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva da Escola de Veterinária da UFMG.

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Veículo de Comunicação: Programa Bom Dia Minas - Rede Globo Minas - 23 de março de 2017

Entrevista ao vivo: Professor da UFMG explica a fraude na fiscalização da produção de carnes no Brasil.

*Wagner Luiz Moreira dos Santos é professor do Departamento de Tecnologia e Inspeção em Produtos de Origem Animal (DTIPOA) da Escola de Veterinária da UFMG.

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