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Saiu na Imprensa


Veículo de Comunicação: Globo Rural - 30 de abril de 2017

A AIE compromete o desempenho dos cavalos do Pantanal. Uso incorreto de instrumentos e ferramentas é principal disseminador.

“Antigamente, agulhas e seringas descartáveis eram caras. Então, se usava aquelas de ferro. E se usava mesmo agulha, a mesma seringa, para muitos animais. Então, quando existe esse compartilhamento, se o primeiro animal que recebe o medicamento, por exemplo, tiver um vírus, e aí se usar a mesma agulha pro segundo animal, o sangue que ficou na agulha, que parece uma quantidade muito pequena, tem milhões de partículas virais. E pode infectar todos os outros”, explica a veterinária da Embrapa Márcia Furlan.

Na fazenda da Embrapa Pantanal, que já é uma área livre de anemia, os pesquisadores trabalham para conscientizar os criadores de que é possível barrar o avanço da doença, tomando algumas medidas de manejo. A primeira delas é usar apenas material descartável na hora de tratar.

Outro problema de manejo que contribui para espalhar a doença é o compartilhamento da tralha de montaria. Especialmente das peças que podem causar ferimentos e sangramentos nos animais, como freios, bridões e esporas.

Se a fazenda não tem uma tralha para cada animal, o correto é fazer a desinfecção do equipamento logo após o uso. E não é difícil: basta lavar bem as peças com escova e uma mistura feita com 10 litros de água e 100 ml de detergente. Depois colocar tudo para secar no sol, que é um desinfetante natural. A Embrapa também aconselha trocar esporas afiadas por outro modelo, com pontas grossas e arredondadas que cutucam, mas não ferem os animais.

Se não dá para sacrificar os animais doentes, uma medida essencial é identificar os que têm o vírus e separá-los dos sadios, mantendo entre eles uma boa distância para que o mutuca (mosquito) não leve o vírus de tropa para outra. Evitar o trânsito de cavalos desconhecidos pelas áreas que já estão livres da doença também é fundamental. E também sempre exigir o exame negativo para a anemia na hora de comprar qualquer equídeo.

*Adalgiza de Souza Carneiro Rezende é professora do Departamento de Zootecnia da Escola de Veterinária da UFMG

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Veículo de Comunicação: Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais - 04 de maio de 2017

 

BELO HORIZONTE (04/05/2017) – Projeto de pesquisa vem estudando a influência da maturação sobre a qualidade do Queijo Minas Artesanal da região da Serra do Salitre e procura estabelecer o tempo adequado de maturação inferior ao período de 60 dias estabelecido pela legislação federal, sem comprometer a qualidade sanitária do alimento e preservando o sabor e a textura característicos. A legislação federal, entretanto, prevê a redução deste período desde que a eficiência e segurança sejam comprovadas por estudos técnico-científicos. 

Financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), o projeto vem sendo desenvolvido por pesquisadores da Escola de Veterinária da UFMG e conta com o apoio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), da Emater-MG e do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).

Patrimônio cultural imaterial dos mineiros, o Queijo Minas Artesanal tem como principal característica o uso do leite cru (não pasteurizado) na sua fabricação, por isso o tempo de maturação tem importância fundamental. “O processo de maturação reduz a umidade do queijo, aumenta a acidez e a concentração de sais, reduzindo o risco da presença de patógenos”, explica o médico veterinário, aluno do mestrado e um dos responsáveis pela pesquisa, Ranier Chaves Figueiredo. Segundo o pesquisador, o estudo atende a uma demanda antiga dos produtores, que tem tradição na comercialização do queijo fresco, com tempo mais reduzido de maturação.
 
Participam da pesquisa seis produtores cadastrados e fiscalizados pelo IMA na região da Serra do Salitre. Ao todo foram coletadas 120 amostras de queijo produzidas nos períodos seco e chuvoso. Para atender a demanda da legislação quanto à determinação do período mínimo inferior ao prazo determinado legalmente, são avaliadas as características microbiológicas e físico-químicas ao longo da maturação, além de análises das bactérias probióticas (benéficas ao organismo). A previsão é de que estes dois estudos estejam concluídos até fevereiro de 2018.
 
O trabalho tem um outro desdobramento, tão importante quanto, que é a identificação de toda a população bacteriana presente no queijo durante a maturação. “Este é um estudo de metodologia avançada conhecida como técnica metagenômica, onde o DNA bacteriano é extraído e enviado à Suíça para a identificação. A conclusão deste estudo, que é uma tese de doutorado, está previsto para 2019”, acrescenta o pesquisador da UFMG.

Características regionais
 
Este projeto de pesquisa é específico para determinar o tempo de maturação dos queijos produzidos na região da Serra do Salitre. Como explica o pesquisador, os micro-organismos, especialmente bactérias, presentes no queijo variam entre as regiões produtoras. “Cada região possui suas especificidades e são necessárias pesquisas respeitando suas características regionais”. Além da região do Salitre, Minas Gerais conta com mais seis regiões produtoras (Canastra, Cerrado, Araxá, Serro, Campo das Vertentes e Triângulo). Segundo o Superintendente de Apoio à Agroindústria da Secretaria de Agricultura, Gilson Sales, este trabalho é de grande relevância para que se possa conhecer as características de identidade e qualidade dos Queijos Minas Artesanais. Trabalho de pesquisa semelhante já foi desenvolvido na região de Araxá, que determinou o período de maturação de 14 dias para o queijo da região, mas que ainda aguarda a chancela dos órgãos oficiais de controle para torná-lo oficial.
 
Programa Estadual
 
O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura, Emater-MG e IMA, executa o trabalho de melhoria do Queijo Minas Artesanal entre os pequenos produtores de leite do estado. Atualmente, estão cadastrados 254 produtores em todo o Estado. As ações contemplam a organização dos produtores, padronização de produtos, normatização de processos de produção, embalagens, comercialização e a certificação da origem e qualidade dos queijos. A Secretaria de Agricultura junto com as vinculadas Emater-MG, IMA e Epamig estudam a elaboração de um programa que inclua todos os queijos artesanais de leite cru do Estado.
 
Para se cadastrarem no programa os produtores rurais devem seguir a Portaria 1305 do IMA. Entre os critérios mais importantes a portaria estabelece que produtores e todos os envolvidos no processo de ordenha na propriedade precisam fazer o curso de boas práticas de obtenção do leite. Da mesma forma, no processo de produção do queijo eles deverão se submeter a curso de boas práticas de fabricação. As propriedades onde estão localizadas as queijarias devem fazer a análise do leite da fazenda e controle sanitário do rebanho. O Queijo Minas Artesanal não poderá ser comercializado sem a aprovação da rotulagem pelo IMA. Mais informações podem ser obtidas no endereço: www.ima.mg.gov.br/queijo-minas-artesanal.
 
*Ranier Chaves Figueiredo é pesquisador da Escola de Veterinária da UFMG
 
 

Veículo de Comunicação: Agência Minas Gerais - 05 de maio de 2017
 
Projeto de pesquisa vem estudando a influência da maturação sobre a qualidade do Queijo Minas Artesanal da região da Serra do Salitre e procura estabelecer o tempo adequado de maturação inferior ao período de 60 dias estabelecido pela legislação federal, sem comprometer a qualidade sanitária do alimento e preservando o sabor e a textura característicos.
 
A legislação federal, entretanto, prevê a redução deste período desde que a eficiência e segurança sejam comprovadas por estudos técnico-científicos.
 
Financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), o projeto vem sendo desenvolvido por pesquisadores da Escola de Veterinária da UFMG e conta com o apoio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), da Emater-MG e do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).
 
Patrimônio cultural imaterial dos mineiros, o Queijo Minas Artesanal tem como principal característica o uso do leite cru (não pasteurizado) na sua fabricação. Por isso, o tempo de maturação tem importância fundamental.

“O processo de maturação reduz a umidade do queijo, aumenta a acidez e a concentração de sais, diminuindo o risco da presença de patógenos”, explica o médico veterinário, aluno do mestrado e um dos responsáveis pela pesquisa, Ranier Chaves Figueiredo.
 
Segundo o pesquisador, o estudo atende a uma demanda antiga dos produtores, que têm tradição na comercialização do queijo fresco, com tempo mais reduzido de maturação.
 
Participam do estudo seis produtores cadastrados e fiscalizados pelo IMA na região da Serra do Salitre. Ao todo foram coletadas 120 amostras de queijo produzidas nos períodos seco e chuvoso.
 
Para atender à demanda da legislação quanto à determinação do período mínimo inferior ao prazo determinado legalmente, são avaliadas as características microbiológicas e físico-químicas ao longo da maturação, além de análises das bactérias probióticas (benéficas ao organismo).
 
A previsão é de que estes dois estudos estejam concluídos até fevereiro de 2018.
 
O trabalho tem um outro desdobramento, tão importante quanto, que é a identificação de toda a população bacteriana presente no queijo durante a maturação.
 
“Este é um estudo de metodologia avançada, conhecida como técnica metagenômica, onde o DNA bacteriano é extraído e enviado à Suíça para a identificação. A conclusão deste estudo, que é uma tese de doutorado, está prevista para 2019”, acrescenta o pesquisador da UFMG.
 


 
Características regionais
 
Este projeto de pesquisa é específico para determinar o tempo de maturação dos queijos produzidos na região da Serra do Salitre. Como explica o pesquisador, os micro-organismos, especialmente bactérias, presentes no queijo variam entre as regiões produtoras.
 
Cada região possui suas especificidades e são necessárias pesquisas respeitando suas características regionais. Além da região do Salitre, Minas Gerais conta com mais seis regiões produtoras (Canastra, Cerrado, Araxá, Serro, Campo das Vertentes e Triângulo).
 
Segundo o superintendente de Apoio à Agroindústria da Secretaria de Agricultura, Gilson Sales, este trabalho é de grande relevância para que se possa conhecer as características de identidade e qualidade dos Queijos Minas Artesanais.
 
Trabalho de pesquisa semelhante já foi desenvolvido na região de Araxá, que determinou o período de maturação de 14 dias para o queijo da região, mas que ainda aguarda a chancela dos órgãos oficiais de controle para torná-lo oficial.
 
Programa Estadual
 
O Governo de Minas Gerais, por meio da Seapa, Emater-MG e IMA, executa o trabalho de melhoria do Queijo Minas Artesanal entre os pequenos produtores de leite. Atualmente, estão cadastrados 254 produtores em todo o estado.
 
As ações contemplam a organização dos produtores, padronização, normatização de processos de produção, embalagens, comercialização e a certificação da origem e qualidade dos queijos.
 
A Secretaria de Agricultura, junto com as vinculadas Emater-MG, IMA e Epamig, estuda a elaboração de um programa que inclua todos os queijos artesanais de leite cru do estado.
 
Para se cadastrarem no programa os produtores rurais devem seguir a Portaria 1305 do IMA. Entre os critérios mais importantes, a portaria estabelece que produtores e todos os envolvidos no processo de ordenha na propriedade precisam fazer o curso de boas práticas de obtenção do leite.
 
Da mesma forma, no processo de produção do queijo eles deverão se submeter a curso de boas práticas de fabricação.
 
As propriedades onde estão localizadas as queijarias devem fazer a análise do leite da fazenda e controle sanitário do rebanho. O Queijo Minas Artesanal não poderá ser comercializado sem a aprovação da rotulagem pelo IMA. Mais informações podem ser obtidas no endereço: www.ima.mg.gov.br/queijo-minas-artesanal.
 

*Ranier Chaves Figueiredo é pesquisador da Escola de Veterinária da UFMG
 

Veículo de Comunicação: Jornal Araxá - 09 de abril de 2017
 
 
Projeto de pesquisa vem estudando a influência da maturação sobre a qualidade do Queijo Minas Artesanal da região da Serra do Salitre e procura estabelecer o tempo adequado de maturação inferior ao período de 60 dias estabelecido pela legislação federal, sem comprometer a qualidade sanitária do alimento e preservando o sabor e a textura característicos. A legislação federal, entretanto, prevê a redução deste período desde que a eficiência e segurança sejam comprovadas por estudos técnico-científicos.
 
Financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), o projeto vem sendo desenvolvido por pesquisadores da Escola de Veterinária da UFMG e conta com o apoio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), da Emater-MG e do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).
 
Patrimônio cultural imaterial dos mineiros, o Queijo Minas Artesanal tem como principal característica o uso do leite cru (não pasteurizado) na sua fabricação, por isso o tempo de maturação tem importância fundamental. “O processo de maturação reduz a umidade do queijo, aumenta a acidez e a concentração de sais, reduzindo o risco da presença de patógenos”, explica o médico veterinário, aluno do mestrado e um dos responsáveis pela pesquisa, Ranier Chaves Figueiredo. Segundo o pesquisador, o estudo atende a uma demanda antiga dos produtores, que tem tradição na comercialização do queijo fresco, com tempo mais reduzido de maturação.
 
Participam da pesquisa seis produtores cadastrados e fiscalizados pelo IMA na região da Serra do Salitre. Ao todo foram coletadas 120 amostras de queijo produzidas nos períodos seco e chuvoso. Para atender a demanda da legislação quanto à determinação do período mínimo inferior ao prazo determinado legalmente, são avaliadas as características microbiológicas e físico-químicas ao longo da maturação, além de análises das bactérias probióticas (benéficas ao organismo). A previsão é de que estes dois estudos estejam concluídos até fevereiro de 2018.
 
O trabalho tem um outro desdobramento, tão importante quanto, que é a identificação de toda a população bacteriana presente no queijo durante a maturação. “Este é um estudo de metodologia avançada conhecida como técnica metagenômica, onde o DNA bacteriano é extraído e enviado à Suíça para a identificação. A conclusão deste estudo, que é uma tese de doutorado, está previsto para 2019”, acrescenta o pesquisador da UFMG.
 
Características regionais
 
Este projeto de pesquisa é específico para determinar o tempo de maturação dos queijos produzidos na região da Serra do Salitre. Como explica o pesquisador, os micro-organismos, especialmente bactérias, presentes no queijo variam entre as regiões produtoras. “Cada região possui suas especificidades e são necessárias pesquisas respeitando suas características regionais”. Além da região do Salitre, Minas Gerais conta com mais seis regiões produtoras (Canastra, Cerrado, Araxá, Serro, Campo das Vertentes e Triângulo). Segundo o Superintendente de Apoio à Agroindústria da Secretaria de Agricultura, Gilson Sales, este trabalho é de grande relevância para que se possa conhecer as características de identidade e qualidade dos Queijos Minas Artesanais. Trabalho de pesquisa semelhante já foi desenvolvido na região de Araxá, que determinou o período de maturação de 14 dias para o queijo da região, mas que ainda aguarda a chancela dos órgãos oficiais de controle para torná-lo oficial.
 
Programa Estadual
 
O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura, Emater-MG e IMA, executa o trabalho de melhoria do Queijo Minas Artesanal entre os pequenos produtores de leite do estado. Atualmente, estão cadastrados 254 produtores em todo o Estado. As ações contemplam a organização dos produtores, padronização de produtos, normatização de processos de produção, embalagens, comercialização e a certificação da origem e qualidade dos queijos. A Secretaria de Agricultura junto com as vinculadas Emater-MG, IMA e Epamig estudam a elaboração de um programa que inclua todos os queijos artesanais de leite cru do Estado.
 
Para se cadastrarem no programa os produtores rurais devem seguir a Portaria 1305 do IMA. Entre os critérios mais importantes a portaria estabelece que produtores e todos os envolvidos no processo de ordenha na propriedade precisam fazer o curso de boas práticas de obtenção do leite. Da mesma forma, no processo de produção do queijo eles deverão se submeter a curso de boas práticas de fabricação. As propriedades onde estão localizadas as queijarias devem fazer a análise do leite da fazenda e controle sanitário do rebanho. O Queijo Minas Artesanal não poderá ser comercializado sem a aprovação da rotulagem pelo IMA. Mais informações podem ser obtidas no endereço: www.ima.mg.gov.br/queijo-minas-artesanal.
 
Fonte : Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais

*Ranier Chaves Figueiredo é pesquisador da Escola de Veterinária da UFMG
 

Veículo de Comunicação: Revista Encontro - 05 de maio de 2017

Um projeto de pesquisa da Escola de Veterinária da UFMG, com apoio da secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, da Emater-MG e do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), vem estudando a influência da maturação sobre a qualidade do queijo minas artesanal da serra do Salitre, entre as regiões do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, em Minas, e procura estabelecer o tempo adequado de maturação inferior ao período de 60 dias estabelecido pela legislação federal, sem comprometer a qualidade sanitária do alimento e preservando o sabor e a textura característicos do produto mineiro.


Patrimônio cultural imaterial dos mineiros, o queijo minas artesanal tem como principal característica o uso do leite cru (não pasteurizado) na sua fabricação. Por isso, o tempo de maturação tem importância fundamental. "O processo de maturação reduz a umidade do queijo, aumenta a acidez e a concentração de sais, diminuindo o risco da presença de patógenos", explica o médico veterinário Ranier Chaves Figueiredo, responsável pela pesquisa na UFMG.

Segundo ele, o estudo atende a uma demanda antiga dos produtores, que têm tradição na comercialização do queijo fresco, com tempo mais reduzido de maturação.

Participam da pesquisa seis produtores cadastrados e fiscalizados pelo IMA na região da serra do Salitre. Ao todo, foram coletadas 120 amostras de queijo produzidas nos períodos de seca e de chuva.

Para atender à demanda da legislação quanto à determinação do período mínimo inferior ao prazo determinado legalmente, são avaliadas as características microbiológicas e físico-químicas ao longo da maturação, além de análises das bactérias probióticas (benéficas ao organismo).

A previsão é de que os estudos estejam concluídos até fevereiro de 2018.

O trabalho tem um outro desdobramento, tão importante quanto, que é a identificação de toda a população bacteriana presente no queijo durante a maturação. "Este é um estudo de metodologia avançada, conhecida como técnica metagenômica, onde o DNA bacteriano é extraído e enviado à Suíça para a identificação. A conclusão deste estudo, que é uma tese de doutorado, está prevista para 2019", diz o pesquisador da UFMG.


Características regionais

Este projeto de pesquisa é específico para determinar o tempo de maturação dos queijos produzidos na região da serra do Salitre. Como explica Ranier Figueiredo, os micro-organismos, especialmente bactérias, presentes no queijo variam entre as regiões produtoras.

Cada região possui suas especificidades e são necessárias pesquisas respeitando suas características regionais. Além da região do Salitre, Minas Gerais conta com mais seis regiões produtoras: Canastra, Cerrado, Araxá, Serro, Campo das Vertentes e Triângulo.

*Ranier Chaves Figueiredo é pesquisador da Escola de Veterinária da UFMG


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