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Saiu na Imprensa


Veículo de Comunicação: DeFato Online
07/06/2017 08h34
Wesley Rodrigues
DIVULGAÇÃO
 
Membros da ONG Apata realizam censo animal em Ferros
 
A Associação de Proteção aos Animais Toca de Assis (Apata) realiza o primeiro censo populacional de cães, gatos e outros animais no município de Ferros. Voluntários do grupo percorrem a cidade identificando e mapeando animais abandonados e aqueles com tutor. Nas casas, os protetores aplicam questionários para traçar o perfil da população animal na cidade.
 
A ação dos voluntários começou na última segunda-feira, 5 de junho, e não tem prazo para acabar. A ideia é levantar dados que vão permitir o direcionamento das políticas públicas voltadas aos animais, como as castrações.
 
Segundo a presidente da Apata, Marilda Assunção, a Apata já viabilizou a castração de cães machos com uma veterinária da cidade. Após o censo, o planejamento é que o serviço seja realizado ainda neste ano.
 
Para castrar fêmeas, a entidade tenta uma parceria com o projeto Ação Global Homem-Animal (Agha), da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
 
Outra proposta do censo, destaca Marida, é a conscientização da população.
 
Os voluntários falam de posse responsável, vacinação e vermifugação e alertam para situações de maus-tratos. O grupo também aconselha a comunidade a ajudar o poder público no assunto. 
 

Veículo de Comunicação: PCi Concursos - 25 de maio de 2017
 
Foi retificado o Concurso Público da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, destinado ao Departamento de Medicina Veterinária Preventiva da Escola de Veterinária.
 
Com a retificação, excluiu-se o item de Inscrição via postal. Para mais detalhes acesse os editais que já foram disponibilizados em nosso site.
 
Os interessados deverão se inscrever até o dia 26 de junho de 2017, das 9h às 11h e das 14h às 16h, na Secretaria Geral da Escola de Veterinária, localizada na Avenida Antônio Carlos, nº 6.627, em Pampulha - BH. A taxa de participação de R$ 215,99, deverá ser paga por meio de GRU.
 
Um Professor Adjunto A vai atuar em regime de dedicação exclusiva, e fará jus à remuneração mensal que varia de R$ 4.446,51 a R$ 9.570,41, conforme estabelecido pelo edital completo disponibilizado em nosso site.
 
É exigido Graduação em Medicina Veterinária e Doutorado em Ciência Animal ou áreas afins, e desejado experiência teórica e prática em diagnóstico micológico e micotoxinas.
 
Para selecionar os inscritos haverá Prova de Títulos, Didática e Prática com arguição oral em práticas para o diagnóstico micológico e micotoxinas.
 
O prazo de validade do Concurso será de um ano, contado a partir do dia subsequente à publicação do Edital de Homologação do resultado final, podendo ser prorrogado por igual período, a critério do órgão.
 
 

Veículo de Comunicação: TV UFMG - 3 de maio de 2017

Joaquim Martins Ferreira Neto estudou na Escola Superior de Veterinária na década de 1940. O curso estava sediado na Gameleira, onde atualmente está instalado o Parque de Exposições. Quando a Unidade foi incorporada pela UMG, em 1961, o senhor Joaquim já lecionava na Escola. Como professor, cumpriu diversas funções, entre as quais, a chefia dos Departamentos de Patologia e de Clínica e Cirurgia. Foi diretor da Escola e membro das Comissões de Regimento, Legislação e de Finanças da Faculdade. Dirigiu o Hospital Veterinário e também fez parte da criação do Programa de Pós-graduação. Com presença sempre constante na vida universitária, orientou mais de 30 alunos de mestrado e doutorado. Senhor Joaquim Martins foi editor da revista Arquivo Brasileiro de Veterinária e Zootecnia e publicou mais de 120 artigos científicos.

*Joaquim Martins Ferreira Neto professor aposentado da Escola de Veterinária da UFMG

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Veículo de Comunicação: Patos Agora - 19 de maio de 2017
 
O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, confirmou, ontem à tarde (18), a sua presença para a outorga da Comenda Antônio Secundino de São José. Este ano, 11 personalidades que contribuem para o desenvolvimento da agricultura, pecuária, abastecimento, saneamento e meio ambiente no Estado serão agraciados. A cerimônia de entrega do título, marcada pelo Governo de Minas, será realizada no dia 26 de maio, às 15 horas, no salão do Buffet Decorfest.
 
Entre os agraciados foram indicados pelo conselho da Comenda formado pro representantes do governo estadual, Prefeitura Municipal de Presidente Olegário; Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais; Sindicato Rural de Patos de Minas; Associação dos Produtores de Sementes do Estado de Minas Gerais; Federação da Agricultura do Estado de Minas Gerais (FAEMG); Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais; Escola de Agronomia da Universidade Federal de Viçosa; Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; Escola de Agronomia da Universidade Federal de Lavras; Secretaria de Estado de Agricultura Pecuária e Abastecimento e Prefeitura Municipal de Patos de Minas.
Os futuros novos comendadores serão Edison Soares Fernandes, Pecuarista e Empresário; Geraldo Eleno Silveira Alves, Professor Titular - Escola de Veterinária da UFMG; João Paulo Mello Rodrigues Sarmento, Diretor-geral do Instituto Estadual de Florestas; Marcílio de Sousa Magalhães, Diretor-geral do IMA - Instituto Mineiro de Agropecuária; Marília Carvalho de Melo, Subsecretária de Fiscalização Ambiental - Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; Moacil Alves de Souza, Professor, Pesquisador e Coordenador do Curso de Agronomia da Universidade Federal De Viçosa; Myriam Aparecida Guimarães Leal Alvisi, Auditora Fiscal Federal Agropecuária (Aposentada) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Laboratório Oficial de Análise de Sementes; Natal José Fernandes, Ex-prefeito de Presidente Olegário - Produtor Rural; Ricardo Quadros Laughton, Presidente do Sindicato Rural de Montes Claros; Tamio Sekita, Produtor Rural - Sekita Agronegócios; Valder Steffen Junior, Reitor da Universidade Federal de Uberlândia.
 
Comenda
 
Antônio Secundino de São José, que dá nome à Comenda criada em 1991, nasceu na Fazenda da Onça, que hoje pertence ao município de Presidente Olegário, ele se formou engenheiro agrônomo pela Escola Superior de Agricultura do Estado de Minas Gerais, em Viçosa, se especializou no exterior e, quando retornou, fundou a Agroceres, empresa que há 60 anos se dedica à pesquisa de sementes e ao agronegócio, responsável pela introdução do milho híbrido no Brasil.
 
*Geraldo Eleno Silveira Alves é professor do Departamento de Clínica e Cirurgia Veterinárias da Escola de Veterinária da UFMG

 


Veículo de Comunicação: Globo Rural - 30 de abril de 2017

A AIE compromete o desempenho dos cavalos do Pantanal. Uso incorreto de instrumentos e ferramentas é principal disseminador.

“Antigamente, agulhas e seringas descartáveis eram caras. Então, se usava aquelas de ferro. E se usava mesmo agulha, a mesma seringa, para muitos animais. Então, quando existe esse compartilhamento, se o primeiro animal que recebe o medicamento, por exemplo, tiver um vírus, e aí se usar a mesma agulha pro segundo animal, o sangue que ficou na agulha, que parece uma quantidade muito pequena, tem milhões de partículas virais. E pode infectar todos os outros”, explica a veterinária da Embrapa Márcia Furlan.

Na fazenda da Embrapa Pantanal, que já é uma área livre de anemia, os pesquisadores trabalham para conscientizar os criadores de que é possível barrar o avanço da doença, tomando algumas medidas de manejo. A primeira delas é usar apenas material descartável na hora de tratar.

Outro problema de manejo que contribui para espalhar a doença é o compartilhamento da tralha de montaria. Especialmente das peças que podem causar ferimentos e sangramentos nos animais, como freios, bridões e esporas.

Se a fazenda não tem uma tralha para cada animal, o correto é fazer a desinfecção do equipamento logo após o uso. E não é difícil: basta lavar bem as peças com escova e uma mistura feita com 10 litros de água e 100 ml de detergente. Depois colocar tudo para secar no sol, que é um desinfetante natural. A Embrapa também aconselha trocar esporas afiadas por outro modelo, com pontas grossas e arredondadas que cutucam, mas não ferem os animais.

Se não dá para sacrificar os animais doentes, uma medida essencial é identificar os que têm o vírus e separá-los dos sadios, mantendo entre eles uma boa distância para que o mutuca (mosquito) não leve o vírus de tropa para outra. Evitar o trânsito de cavalos desconhecidos pelas áreas que já estão livres da doença também é fundamental. E também sempre exigir o exame negativo para a anemia na hora de comprar qualquer equídeo.

*Adalgiza de Souza Carneiro Rezende é professora do Departamento de Zootecnia da Escola de Veterinária da UFMG

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