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VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO: Site do Ministério da Pesca e Aquicultura - 08/05/2012

Hoje, terça-feira, dia 08 de maio, a partir das 15 horas, em Brasília, o MPA lança rede nacional de laboratórios e, com o MAPA, o programa sanitário para moluscos bivalves. A solenidade contará com a presença dos ministros da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho.

Um dos pilares para o desenvolvimento da pesca e aquicultura no Brasil está sendo consolidado pelo governo federal: a garantia da sanidade dos produtos e processos relacionados a peixes, crustáceos e moluscos.

São dois novos instrumentos que irão se complementar para atender a este objetivo: a Rede Nacional de Laboratórios do Ministério da Pesca e Aquicultura (RENAQUA) e o Programa Nacional de Controle Higiênico-Sanitário de Moluscos Bivalves (PNCMB).

Com o maior controle sanitário, os consumidores de pescado terão a garantia de produtos saudáveis e de melhor qualidade. A cadeia produtiva da pesca e aquicultura será beneficiada pela certificação oficial, que permitirá a abertura de novos mercados. O risco de problemas sanitários na atividade produtiva também será minimizado. E o País adquire maior autonomia, já que a rede estará capacitada a atender a todas as necessidades do mercado. Até então, grande parte das análises laboratoriais era feita no exterior.

A RENAQUA, coordenada pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), será constituída por laboratórios de instituições públicas de pesquisa, ensino e extensão, de órgãos executores de defesa sanitária animal estaduais, bem como de laboratórios públicos e privados credenciados. Toda a rede laboratorial adotará as metodologias mais modernas na área.

Já o Programa Nacional de Controle Higiênico-Sanitário de Moluscos Bivalves irá monitorar toda a produção do setor destinada ao consumo humano, como ostras, berbigões, vieiras e mexilhões. Este programa está sendo instituído em conjunto pelo MPA e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Evento comemorativo

A solenidade relacionada a estas importantes conquistas para o País será realizada nesta terça-feira, dia 8 de maio, em Brasília, a partir das 15 horas, na sede do MPA. Estarão presentes os ministros Marcelo Crivella, da Pesca e Aquicultura, e Mendes Ribeiro Filho, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que assinarão na oportunidade a Instrução Normativa Interministerial de criação do Programa Nacional de Controle Higiênico-Sanitário de Moluscos Bivalves. Também haverá palestras e a formalização da inclusão dos laboratórios oficiais à rede.

Participarão ainda da solenidade autoridades de entidades parceiras do MPA na RENAQUA, como os reitores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Clélio Campolina Diniz, da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), José Augusto Silva Oliveira, e do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), Maria Clara Kaschny Schneider. Estarão presentes ainda o presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (CIDASC), Enori Barbieri, o secretário de Monitoramento e Controle do MPA, Américo Ribeiro Tunes, o Diretor do Departamento de Controle e Monitoramento do MPA, Henrique Figueiredo, e o Coordenador-Geral de Sanidade Pesqueira do MPA, Eduardo Cunha, além de outras autoridades, produtores e pesquisadores.

Impactos no mercado

Com os novos instrumentos para o controle sanitário do pescado, em breve os brasileiros poderão consumir com mais segurança, por exemplo, peixes, camarões, mexilhões e lagostas, provenientes do País ou do exterior. As atividades produtivas da pesca e aquicultura poderão se expandir de forma acelerada pelo cultivo de pescado, já que não haverá maiores sobressaltos e riscos causados por doenças. E os produtos pesqueiros de origem nacional destinados à exportação terão a sua qualidade certificada por padrões aceitos mundialmente.

A Rede Nacional de Laboratórios do Ministério da Pesca e Aquicultura (RENAQUA) foi formalizada no último dia 18 de abril, com a publicação no Diário Oficial da União da Instrução Normativa nº 3, do MPA. Ela está sendo estruturada com padrões internacionais de qualidade laboratorial, estabelecidos pela ISO 17.025. A rede dará suporte aos programas sanitários do MPA, a exemplo do elaborado para os moluscos bivalves.

O Brasil pretende também, com a rede, desenvolver controle sanitário para as espécies nativas com grande potencial de cultivo, como o pirarucu, o tambaqui e o pacu.

Já o Programa Nacional de Controle Higiênico-Sanitário de Moluscos Bivalves surge da necessidade de se garantir padrões de qualidade para as espécies produzidas no Brasil.

“Este programa chega no momento certo, porque a partir de dezembro o Brasil vai colher a sua primeira safra mecanizada de mexilhão, e com processamento industrial”, comemora o empresário Luiz Valle, da Cavalo Marinho, uma das maiores produtoras deste molusco no País. Ele explica que a modernização do sistema reduzirá os custos de produção e aumentará fortemente a produção nacional. A nova legislação, que equivale ao primeiro marco regulatório do setor, permitirá maior aceitação dos produtos no mercado interno e internacional.

A estruturação do programa contou com a contribuição de diversos pesquisadores, especialistas e produtores, através da consulta pública.

O programa entrará em vigor 30 dias após sua publicação – prevista para esta semana -, no Diário Oficial. A iniciativa irá garantir o consumo de moluscos bivalves livres de contaminação por biotoxinas marinhas e micro-organismos patogênicos.

Um dos pilares para o desenvolvimento da pesca e aquicultura no Brasil está sendo consolidado pelo governo federal: a garantia da sanidade dos produtos e processos relacionados a peixes, crustáceos e moluscos. São dois novos instrumentos que irão se complementar para atender a este objetivo: a Rede Nacional de Laboratórios do Ministério da Pesca e Aquicultura (RENAQUA) e o Programa Nacional de Controle Higiênico-Sanitário de Moluscos Bivalves (PNCMB). A RENAQUA, coordenada pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), será constituída por laboratórios de instituições públicas de pesquisa, ensino e extensão, de órgãos executores de defesa sanitária animal estaduais, bem como de laboratórios públicos e privados credenciados. Já o Programa Nacional de Controle Higiênico-Sanitário de Moluscos Bivalves irá monitorar toda a produção do setor destinada ao consumo humano, como ostras, berbigões, vieiras e mexilhões. O laboratório central (AQUACEN – Saúde Animal) estará sediado na Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O diretor da Escola de Veterinária, José Aurélio Garcia Bergmann, esteve presente na solenidade de oficialização do projeto.


VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO: Site do Ministério da Pesca e Aquicultura - 08/05/2012

Solenidade contou com a presença do ministro Mendes Ribeiro, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) 

Os ministros Marcelo Crivella, da Pesca e Aquicultura (MPA), e Mendes Ribeiro (MAPA), formalizaram na tarde desta terça-feira, dia 8 de maio, em Brasília, a implantação do Programa Nacional de Controle Higiênico-Sanitário de Moluscos Bivalves (PNCMB). O programa vai garantir qualidade à produção nacional destesmoluscos, tornando mais seguro às pessoas consumirem espécies como ostras, mexilhões e vieiras.

Mendes Ribeiro disse que os dois ministérios estão atendendo a um apelo da presidente Dilma, que solicitou um cuidado especial “com a qualidade dos produtos que chegam à mesa dos brasileiros”. Ele destacou que o Brasil, na área de pescado, tem “um colchão guardado de riqueza que, um dia, os brasileiros vão entender”.O ministro Crivella assinou também portarias que designam os laboratórios oficiais da Rede Nacional de Laboratórios do Ministério da Pesca e Aquicultura (RENAQUA), que irão controlar no território nacional a sanidade de peixes, crustáceos e moluscos. As duas ações devem promover, nos próximos anos, um grande impacto sobre o consumo e a produção de pescados no País, que terão incentivos para crescer. Os exames laboratoriais irão beneficiar os produtores de duas formas. Por um lado, medidas preventivas poderão ser tomadas antes que algum plantel de cultivo seja prejudicado por micro-organismos patogênicos e biotoxinas marinhas. Por outro, o mercado interno de pescado poderá ser aquecido pelo maior consumo e a certificação da qualidade poderá abrir a porta de mercados internacionais.

Após elogiar o desempenho do MAPA para tornar o Brasil um dos maiores produtores mundiais de grãos e de carne, o ministro Marcelo Crivella salientou que a missão de seu ministério também é fundamental. “O MPA tem um futuro extraordinário para ajudar o País a produzir e exportar”, defendeu. Disse que o Brasil ainda vai colaborar, na área de pescado, para prover o mundo de alimentos. Ele reconheceu, porém, que o País, ainda “produz muito aquém de nossas possibilidades”. Afirmou que o ministério, que tem apenas três anos de existência, vai ajudar o Brasil a “cumprir esta vocação”, através de iniciativas como as tomadas na área de sanidade pesqueira.

Rede de laboratórios

Em uma curta apresentação, o secretário de Monitoramento e Controle do MPA, Américo Tunes, mostrou como irão operar o programa e a rede. No caso da RENAQUA, as atividades obedecerão às normas de qualidade ISO 17.025, aceitas internacionalmente. O laboratório central (AQUACEN – Saúde Animal) estará sediado na Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O laboratório da Universidade Estadual do Maranhão irá diagnosticar enfermidades de crustáceos. Dois laboratórios estarão sediados em Santa Catarina. Um situado em Joinville, da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola do Estado, para diagnóstico de enfermidades de animais aquáticos, e outro em Florianópolis, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina, para análise de biotoxinas marinhas. Outros laboratórios públicos ou privados irão reforçar depois a rede, sobretudo nas regiões Centro-Oeste e Norte, neste caso considerando o potencial aquícola da região Amazônica.

O Secretário de Defesa Agropecuária do MAPA, Ênio Antônio Marques Pereira, presente à solenidade, destacou que as iniciativas do governo federal irão dar “ um suporte mais científico para os investimentos na aquicultura”. O presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Camarão (ABCC), Itamar Rocha, destacou o potencial nacional para a produção aquícola. “O País tem 2.8 vezes mais água doce renovável do que a China, que produz 20 milhões de toneladas na piscicultura de água doce, enquanto ainda produzimos apenas 300 mil toneladas, então dá para ver claramente o nosso potencial.”, disse. E lembrou que ainda o Brasil conta com uma costa extensa e 2,5 milhões de hectares de águas estuarinas para produzir.

Compareceu ao evento ainda, entre outras autoridades e lideranças, o Secretário Executivo Átila Maia da Rocha; a reitora do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) Maria Clara Kaschny Schneider; a pró-reitora adjunta de Pesquisa da UFMG, professora Marisa Cotta Mancini, representando o Reitor da UFMG; a diretora do Centro de Ciência Agrária da Universidade Estadual do Maranhão, professora Francisca Neide, representando o reitor da UEMA; o presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina, Enori Barbieri; o empresário Luiz Valle, da Cavalo Marinho; e o conselheiro do Conselho Nacional de Pesca (CONAPE), Ajax Tavares, que representou a Organização das Cooperativas Brasileiras.

Foi oficializado no dia 8 de maio, em Brasília, a implantação do Programa Nacional de Controle Higiênico-Sanitário de Moluscos Bivalves (PNCMB). O laboratório central (AQUACEN – Saúde Animal) estará sediado na Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O diretor da Escola de Veterinária, José Aurélio Garcia Bergmann, esteve presente na solenidade. O programa vai garantir qualidade à produção nacional destesmoluscos, tornando mais seguro às pessoas consumirem espécies como ostras, mexilhões e vieiras. O ministro Marcelo Crivella, do ministério da Pesca e Aquicultura, assinou portarias que designam os laboratórios oficiais da Rede Nacional de Laboratórios do Ministério da Pesca e Aquicultura (RENAQUA), que irão controlar no território nacional a sanidade de peixes, crustáceos e moluscos.


VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO: Site Revista Encontro

A Escola de Veterinária da UFMG completa oito décadas de história consagrada como uma das melhores do país e das que mais investe em pesquisa

A oitentona Escola de Veterinária da UFMG está comemorando em março as suas bodas de carvalho como referência na área. A qualidade no ensino foi comprovada na última edição do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), em 2011, realizado pelo Ministério da Educação, em que foram avaliados 161 cursos de Medicina Veterinária de todo o país, e a UFMG ficou em quinto lugar, com nota 4,17. A primeira do ranking é a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.
 
“Nossa escola é matriarca das demais instituições dessa área em Minas e de muitas no país”, explica José Aurélio Bergman, diretor da Escola de Veterinária. Neste caso, ele se refere ao pioneirismo da instituição, já que sua criação remonta ao início do século passado, quando só havia três escolas desse tipo no Brasil. Com o apoio do presidente da república, o mineiro Arthur da Silva Bernardes, o agrônomo americano Peter Henry Holfs e o engenheiro carioca João Carlos Bello Lisboa apoderaram-se do modelo de ensino mais moderno da época, o dos Estados Unidos, e fundaram, em 1928, a Escola Superior de Agricultura e Veterinária (ESAV) em Viçosa, sul de Minas.
 
Em seu início, a ESAV, de onde sairia a escola da UFMG, formava apenas agrônomos, e só em 1932 o curso de medicina veterinária começou suas atividades. Porém, ele não ficou em Viçosa por muito tempo. Passados dez anos, um decreto do governador do estado, Benedito Valadares, o transferiu para Belo Horizonte, para as instalações da atual Fundação Ezequiel Dias, ocupando também oito galpões do Parque de Exposições da Gameleira.
 
“Eu nasci e fui criado perto do batalhão da polícia militar no bairro Prado, onde podia ver os cavalos da corporação. Além disso, durante os finais de semana, meu pai me levava para passear na Escola de Veterinária, na Gameleira”, conta o diretor José Aurélio Bergman. Não foi só ele quem se tornou apaixonado pelos bichos e seguiu essa carreira. Até hoje, já foram formados mais de cinco mil veterinários, que estão espalhados por todo o país, em diversos cargos, incluindo importantes secretarias do Ministério da Agricultura. Esse número pode até não parecer muito expressivo, mas é preciso levar em conta que, até a década de 1950, o curso tinha turmas de no máximo 20 estudantes, e só a partir de 1969 passou para 120, que é a quantidade atual de vagas.
 
Para fazer jus ao título de fábrica do conhecimento, a escola investe em pesquisa e na infraestrutura de laboratórios. Entre eles, destaque para o Laboratório de Metabolismo e Calorimetria, o primeiro da América Latina preparado para o estudo de emissão de gás metano por animais. Esse gás é resultado da fermentação de alimentos no estômago dos bovinos, e contribui para a poluição do ar e destruição da camada de ozônio na atmosfera. Por meio de câmaras especiais, com controle de temperatura e umidade, estudantes e professores testam como o animal se comporta em cada tipo de ambiente natural do Brasil, e assim conseguem mensurar como diferentes fatores afetam a alimentação e, consequentemente, a emissão de gases. A ideia é se chegar a uma dieta eficiente, com menor custo para o produtor e maior qualidade de carne e leite.

Outro importante laboratório da escola que, além de pesquisa, presta serviço à sociedade é o de Análise da Qualidade do Leite. Criado em 2003, a partir de solicitação do governo do estado, o laboratório é capaz de analisar até 75 mil amostras de leite por mês, oriundos de 200 indústrias de laticínios de Minas e algumas da Bahia. Dentre os diversos fatores que são analisados, a coordenadora do laboratório Mônica Pinho Cerqueira destaca a contagem de células somáticas, ou seja, a contaminação do leite devido à inflamação nas glândulas mamárias da vaca.
 
Esse fator é mais comum do que se imagina, e contribui para a diminuição na produção, que, em alguns casos, pode chegar a 29%. “Uma fazenda que produza mil litros por dia chega a perder 290 devido à alta taxa de células somáticas”, diz Mônica. Para ajudar a reverter essa situação, o laboratório, além do serviço de análise, atua diretamente nas propriedades, com projetos de extensão, como treinamentos e palestras. “A universidade tem um importante papel, que é estender o conhecimento até o campo, para que possamos chegar aos padrões de qualidade do primeiro mundo”, completa a coordenadora.
 
A área de extensão acadêmica é outro ponto forte da Veterinária. O carro-chefe no atendimento à comunidade é o Hospital Veterinário, que atende a cerca de 100 animais por dia serviço que é remunerado. Referência nas áreas de ortopedia, dermatologia e oncologia, o hospital é mantido pela Fundação de Estudo e Pesquisa em Medicina Veterinária e Zootecnia, que não tem fins lucrativos. “A ideia de que o governo federal financia todo o ensino não é mais verdade. Seria impossível manter todas as atividades de extensão e pesquisa sem outra fonte de recursos”, explica Eliane Gonçalves de Melo, diretora do Hospital Veterinário.

O dinheiro extra permite a aquisição de equipamentos mais caros, principalmente para exames, como o de videolaparoscopia. “A gente percebe uma mudança de comportamento do homem com seu animal de estimação. Com isso, houve crescimento na demanda e na busca pela qualidade do serviço”, diz a diretora Eliane Melo.
 
O curso possui várias formas de valorizar a práticas dos estudantes, e entre elas estão duas fazendas experimentais, em que o conhecimento é posto à prova nas rotinas de uma propriedade rural. A primeira fazenda, adquirida em 1963,  em Igarapé, possui 240 hectares e é voltada para a  criação de animais e aproveitamento de seus produtos, como queijos e ovos, que são vendidos à comunidade . Outro produto importante, o leite, é encaminhado às prefeituras de Igarapé e Brumadinho para serem doados a escolas públicas.
 
A outra propriedade, a Fazenda Modelo, com 448 hectares, em Pedro Leopoldo, foi incorporada pela UFMG no final dos anos 1980; pertence ao governo federal e tem em suas instalações um importante laboratório, onde são estudadas as principais doenças e parasitoses que afetam os animais.  A escola investe também em projetos que envolvem a comunidade, como o Carroceiro, que presta atendimento  animais e dá dicas de alimentação.
 
As atividades de ensino e pesquisa e da escola não param por aí; em última instância, tem como fim a formação de profissionais de qualidade, capazes de aplicar na prática o conhecimento e as inovações. No final, quem sai ganhando é a sociedade.

Redação: João Paulo Martins

 

Em 2012 a Escola de Veterinária completa 80 anos e é dirigida atualmente pelo professor José Aurélio Bergman. A reportagem também cita o Laboratório de Análise da Qualidade do Leite que é coordenado pela professora Mônica Pinho Cerqueira. O Hospital Veterinário, sob comando da diretora Eliane Gonçalves de Melo, foi destacado devido à sua importância acadêmica e parceria com a sociedade.


VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO: Estado de MInas - Caderno Agropecuário - Página 8 - 07/05/2012

A Fundação de Pesquisa em Medicina Veterinária e Zootecnia da Escola de Veterinária promove cursos de inseminação artificial em bovinos na fazenda de Igarapé.


VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO: Revista Avimig - Páginas 27 e 28 - Fevereiro e março de 2012

A Escola de Veterinária da UFMG completa 80 anos em 2012. Ao longo desse período a Escola já formou mais de 5 mil médicos veterinários. A matéria lembra de vários professores da Escola que fizeram e ainda fazem parte da história da avicultura, como José MariaLamas, Egladson João Campos, Nelson Carneiro Baião, Regino Leonardo de Oliveira e Leonardo José Camargos Lara. Além das comemorações festivas oficiais que a Escola vai promover, serão realizados diversos eventos científicos, como simpósios, congressos, seminários e cursos. A vice-diretora da Escola, a professora Zélia Inês Portela Lobato, fala sobre o compromisso de formar veterinários e aquacultores competentes e a contribuição para o crescimento da pecuária brasileira, para a melhoria do bem-estar animal e da saúde animal. A matéria também destaca como importante o "Encontro sobre Laringotrqueíte Infecciosa" realizado em março na Escola.


VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO: Estado de MInas - Caderno Agropecuário - Página 4 - 23/04/2012

A Fundação de Pesquisa em Medicina Veterinária e Zootecnia da Escola de Veterinária promove cursos de inseminação artificial em bovinos na fazenda de Igarapé.


VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO: O Tempo - 1º Caderno - Página 17 - 20/04/2012

 

A Escola de Veterinária da UFMG deve oferecer em breve o serviço de tomografia. Além disso, a faculdade foi a pioneira na América Latina a realizar experimentos de hemodiálise em animais.


VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO: Site - Estadão - 16/04/2012

Formalização é acompanhada da criação e concessão de 169 bolsas para residentes


O Ministério da Educação (MEC) formalizou o reconhecimento da residência em Medicina Veterinária com a criação e concessão, a partir deste mês, de 169 bolsas para residentes. A partir de agora, o MEC passa a reconhecer os programas como pós-graduação lato sensu, além de regular e financiar a modalidade.

A residência na área de saúde é uma modalidade de pós voltada aos recém-formados, com características de treinamento profissional supervisionado. Trata-se de uma espécie de estágio, em hospital, por tempo integral. Só é obrigatória para alguns campos de trabalho, mas é vista por especialistas de saúde como etapa extremamente importante para a formação.

As novas bolsas são no valor R$ 2.384,82 mensais. Os hospitais ligados a universidade federais receberam essa primeira leva de bolsas, que têm duração de dois anos.

Na área veterinária, a residência tem quatro décadas no Brasil (mais informações nesta página). Somente em 2005, com a criação da Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde (CNRMS), do MEC, a modalidade foi englobada a outras residências na área de saúde. E só agora, com as bolsas do governo, há uma oficialização e uma diretriz mais definida.

Houve atualização do processo seletivo e orientação dos programas. A carga horária mínima foi fixada em 60 horas semanais - em alguns cursos, era de 48 horas -, com a duração de dois anos. Também houve outras regulamentações, como a abertura para que veterinários não professores possam orientar os residentes.

Até o ano passado, cada instituição construía o seu programa. Apenas o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) mantinha um acompanhamento de qualidade desses cursos, reconhecendo os programas. Dos 170 cursos de Veterinária do País, 60 mantêm cursos de residência (35,3%), mas apenas 21 (35%) têm esse reconhecimento do CFMV. Nos Estados Unidos, por exemplo, todas as escolas do tipo oferecem o programa.

Impulso. O presidente do CFMV, Benedito Fortes de Arruda, afirma que o reconhecimento pelo MEC da residência nesta área é uma demanda de mais de 20 anos do conselho. "O número de vagas em residência ainda é muito reduzido. Com a iniciativa do MEC, contemplam-se as escolas que já têm residência, para que elas possam se estabelecer, e há um incentivo para criação de novos cursos."

Arruda acredita que a bolsa vai estimular os formados a procurarem a residência. Hoje, a maioria dos programas de residência tem bolsas pagas pela própria instituição, com valores em torno de R$ 1 mil. O valor não seduz muito o recém-formado, que acaba procurando melhor remuneração no mercado de trabalho. "Há um ganho substancial para quem faz a residência, porque é um treinamento em serviço."

O curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) foi um dos contemplados pelo benefício - recebeu 20 bolsas. "Isso vem valorizar o profissional residente dentro da instituição", comemora a coordenadora da residência em veterinária da UFMG, Gilcinea Cássia Santana.

A capixaba Jackeline Rezende, de 28 anos, já havia cursado em 2011 um ano do modelo antigo de residência oferecido pela UFMG. Já poderia ter partido para o mercado de trabalho - ela quer cuidar dos cavalos do Exército -, mas preferiu entrar no novo programa do MEC. Vai se dedicar mais dois anos ao hospital universitário, tudo pela confiança em obter um melhor preparo.

"Para quem quer trabalhar no campo, a residência é primordial. Você fica apto a tomar decisões. Tem respaldo dos professores da clínica, mas com a liberdade de agir como veterinária, discutindo o prognóstico", diz ela.



O Ministério da Educação (MEC) formalizou o reconhecimento da residência em Medicina Veterinária com a criação e a concessão, a partir de abril, de 169 bolsas para residentes. O curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) foi um dos contemplados pelo benefício e recebeu 20 bolsas. A coordenadora da residência em veterinária da UFMG é a professora Gilcinea Cássia Santana, do Departamento de Clínica e Cirurgia Veterinárias. A residência na área da saúde é uma modalidade de pós voltada aos recém formados, com características de treinamento profissional supervisionado.


VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO: O Estado de São Paulo - 1º Caderno - Página A18 - 16/04/2012



O Ministério da Educação (MEC) formalizou o reconhecimento da residência em Medicina Veterinária com a criação e a concessão, a partir de abril, de 169 bolsas para residentes. O curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) foi um dos contemplados pelo benefício e recebeu 20 bolsas. A coordenadora da residência em veterinária da UFMG é a professora Gilcinea Cássia Santana, do Departamento de Clínica e Cirurgia Veterinárias. A residência na área da saúde é uma modalidade de pós voltada aos recém formados, com características de treinamento profissional supervisionado.


VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO: Estado de MInas - Caderno Agropecuário - Página 4 - 16/04/2012


 

 

A Fundação de Pesquisa em Medicina Veterinária e Zootecnia da Escola de Veterinária promove cursos de inseminação artificial em bovinos na fazenda de Igarapé.


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